Este ano, o pai e a mãe resolveram por mãos à obra e fazer tudo sozinhos!
O nosso braço (mais que direito), foi a avó A. que como sempre esteve dedicada a tantos pormenores doces e sagaldos… e sem ela não teria sido tão fácil!
A cada ano que passa, a nossa Madalena cresce e nós também e a cada ano que passa, volto a achar que exageramos sempre mais que o necessário. E é neste balanço que quero viver. Não somos perfeitos, mas gostamos de nos aperfeiçoar. E cada vez creio que somos todos mais felizes com menos.
Há uma linha muito frágil entre o consumismo e essencial.
Que para o ano eu não me esqueça, da simplicidade das coisas. Dos vasinhos de iogurte que enfeitaram as mesas e que falavam baixinho da história de mais um Outono. Do final de tarde a apanhar flores e areia… Da na nossa praia e do quanto é bom viver assim.
Bolo: Migalha Doce
Boneca de Pano: Anjinho Gordo e Mãos de Tesoura
Vestido: Missanga















