O dia a seguir ao Natal

“aprendi,

que posso ter muitos recomeços na busca do meu final feliz, que muitas vezes esse final feliz é só seguir em frente, que nem tudo o que desejo é o que preciso, que na vida não importa tanto as quedas que dou mas sim a forma como me levanto, que podemos duvidar de tudo, menos de nós mesmos, que há pessoas (e coisas) que não se perdem: nunca vieram para ficar, que há certas dores na vida que têm mesmo de acontecer, e que entre o certo e o errado do resto do mundo, devo escolher (sempre) o que me faz feliz.” – às nove no meu blog


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