Sobre o nosso fim-de-semana

Começamos por arrancar à sexta-feira, prego a fundo na saudade. Em sprint, corremos para chegar rápido ao pé uns dos outros.

Assim que chegamos e fechamos a porta à semana agitada, mergulhamos em banhos demorados e já nada mais nos faz acelerar.

Acendemos as velas como manda o “hygge”, estendemos a melhor toalha e ao menor sinal de prioridade, deixamos que as migalhas abram caminho, à conversa que temos para por em dia. Depois, como bom português, ficamos horas à mesa entre canecas de chá para todos, mantas pirosas e histórias por contar.

Devagarinho entramos, no fim de semana.

Com mais ou menos frio, não há meteorologia que nos trave!

Ir para a rua é sentido obrigatório e não vale dar boleia à pressa.

No domingo, deixamos que a preguiça acorde com o cheiro a café e torradas acabadas de fazer e lá vamos nós de novo até onde o gps interno nos quiser levar.

A maninha não aparece nas nossas fotografias, porque foi para o Chiado com a avó. Uma outra espécie de arte 🙂 A arte dos saldos!

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