“Crianças reclamam. Reclamam após um dia incrível na piscina com os amigos. Reclamam depois de uma festa de aniversário sensacional, reclamam quando viajam para os lugares mais fantásticos e quase anti reclamação, como a Disney, por exemplo. Reclamam se estão cansados, com fome, com sono. Se estão entediados, se estão agitados. E sabe como os adultos reagem? Igual as crianças. Reclamamos de volta. Nos magoamos e ressentimos pelo não reconhecimento do nosso esforço, seja fisico, emocional ou financeiro. Mas essa raivinha não ensina muito.As crianças precisam sim aprender o sentido da palavra gratidão, precisam entender seus privilégios quando eles existerem. E a gente faz isso tirando da frente a nossa necessidade de ser agradado. O reconhecimento não pode ser confundido com uma dívida: fiz tudo por você e o que recebo é esse comportamento? Nossos filhos terão atitudes mesquinhas. Eles estão aprendendo a ser gente e na hora que coloco as cartas na mesa com esse peso, não estou construindo, estou, na melhor das hipóteses, fazendo um consórcio emocional.Precisamos conseguir estabelecer canais de comunicação mais eficientes com as crianças. Gratidão não é moeda de troca. É o entendimento de que as coisas ao meu redor são especiais e eu sou especial … Continue a ler Cara 33
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