Browsing Category

Família

Pai

Desejar que um filho ganhe sempre é como desejar que seja  feliz todos os dias. É um erro soletrado, do coração para fora, na mais ingénua pretensão.

 A felicidade constante, não existe e a vida não é sempre um derby amigável.

Já desejar que vá a jogo mesmo com medo, é AMOR.

Ambicionar que adquira ferramentas de contra ataque, às quedas prováveis é um trabalho diário!

Por mais livros de educação que possam morar em nossa casa, se a nossa verdade não pesar mais, a prateleira fica adornada e os filhos desprovidos de conteúdo.

Para quê citar excertos de João dos Santos, se continuar a achar que os livros me ensinam, quando afinal só nos relembram o que já sabemos.

Mas nunca sabemos tudo e na verdade, não sabemos nada…

Vamos fintando a educação, como melhor sabemos, (depreendo que, influenciados pela nossa infância).

Os bons pais sabem que o mais importante, não é dizer a um filho que possuímos poderes especiais, que resolvemos tudo com uma capa protectora ou um laser azul! Que tem que ser fortes e não ter medo do escuro! Os bons pais deixam os filhos falhar o cesto de vez em quando.

Um bom pai sem se vangloriar deixa pegadas de gigante, daquelas que constroem muros de segurança e pinta o futuro das crianças com os melhores dos valores humanos, ensinando que o medo existe e nos enche a barriga de borboletas capazes de nos fazer voar, sempre que ousamos atravessar o campo que nos arrepia!

Porque um gigante pode ter a leveza de voar e a humildade de errar ou chorar.

Um gigante não é sempre corajoso mas é dotado de valores capazes de um dia serem reconhecidos como património heroico da família!

Um gigante pode ser um pai que pede desculpa e que sabe que erra todos os dias.

Mais do que exibir, que somos os invencíveis e os maiores, é dar-lhes a possibilidade de conhecerem também as nossas fraquezas como humanos habitantes do mundo real.

No final, se conseguirmos marcar pontos no futuro deles, então o jogo foi limpo, podemos envelhe(ser) felizes sendo que e a única coisa que continuaremos  a desejar é que se lembrem que, mais do que um super-herói das histórias deles, fomos quem  tentou sempre rematar na mínima  possibilidade de pontuar na felicidade dos dias.

Família de Sol

O vento a assobiar lá fora, o frio a pedir chá e sofá, uma sessão de família agendada e a certeza que só mesmo o amor é capaz de nos fazer dançar à chuva!

A previsão meteorológica não era favorável.

No meu telemóvel choviam mensagens a comunicar birras e uma família de cabelos em pé, não do vento frio mas do contratempo das logísticas complexas que são precisas para conseguir sair de casa, com duas filhas em modo de chuva!

Mas… ainda assim, arriscamos a possibilidade, de no meio da tempestade, encontrar um arco-íris e o resultado em acreditar sempre no melhor lado da vida, são estas imagens, a contar a história de uma família de sol!

Setembro rima com família

Já tinha fotografado a Luz e a mãe aqui nesta aldeia linda, mas ainda não tinha tido o privilégio, de a fotografar na nossa cidade (que como ela), também reluz!

Setembro foi mesmo o mês de voltar ás sessões de família!

Não sei se é o verão entranhado na pele,

se é o Setembro dos recomeços,

ou se é lembrar que o ano passou rápido demais!

A verdade é que há uma necessidade de deixar pegadas do ano, deixar registo!

As famílias parecem não querer desfazer as malas do verão e há uma imensa vontade de fazer esticar o gelado e pé descalço!

Que o Outono chegue solarengo e que a agenda se ajeite, porque há mais famílias a querer registos com filtros cor de sol!

 

Sessão Família no Jardim da minha infância

Melhor do que um encontro bom, são os reencontros que a vida nos dá!

Passados três anos desta sessão,

trocamos o Tejo pelo jardim da Estrela

e voltei a fotografar a família, agora mais crescida!

 

Que no futuro estas fotografias todas possam ser um transporte mágico ao passado, (que pelos visto, passa a voar)!

 

Em dias nublados

É nesta matemática simples quero continuar a fotografar o amor. E é neste “não importa se faz frio ou calor” que quero continuar a escrever memórias.

O por-do-sol não foi o idealizado mas também nós não somos aqueles que se espreguiçam nos dias, à espera de uma selfie sem filtros. A nossa praia não tem o nome da expectativa e a decepção mora longe.

Aqui dentro há sol e sonhos e mesmo nos dias nublados o vento faz ondas no cabelo delas e os dedos pequeninos desenham felicidade em riscos de areia molhada.

 

Aldeia da Mata Pequena

Uma aldeia turística reconstruída entre os montes e os vales da região saloia. À entrada as amoras adivinham o final de uma sobremesa gelada, as mãos enchem-se de frutos silvestres e todas as ruas me conduzem a memorias de infância, com os meus avós.

Um lugar encantador que convida a uma estadia sem pressa.

Mais sobre esta aldeia linda, aqui.

 

 

 

 

Sessão Família – Jardim da Gulbenkian

Esta família de sorrisos largos, este bebé  sempre bem disposto, uma tia que encontra corações em todos os caminhos, uma mãe-avó tão jovem que tem como mantra de vida; “ser feliz apesar de tudo” e este Jardim lindo, que nunca me deixa ficar mal!

Sessão Família com cor de Ameixa

Fomos até Colares, fotografar esta família também de cinco!

A paixão comum a estas terras de azenhas e mar, facilitou o à vontade com que a família naturalmente se deixou fotografar.

Nesta cumplicidade fácil de quem sabe viver devagar as coisas simples da vida, transformou este final de tarde num enorme momento de alegria com sabor de ameixa!