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Sobre o nosso fim-de-semana

Começamos por arrancar à sexta-feira, prego a fundo na saudade. Em sprint, corremos para chegar rápido ao pé uns dos outros.

Assim que chegamos e fechamos a porta à semana agitada, mergulhamos em banhos demorados e já nada mais nos faz acelerar.

Acendemos as velas como manda o “hygge”, estendemos a melhor toalha e ao menor sinal de prioridade, deixamos que as migalhas abram caminho, à conversa que temos para por em dia. Depois, como bom português, ficamos horas à mesa entre canecas de chá para todos, mantas pirosas e histórias por contar.

Devagarinho entramos, no fim de semana.

Com mais ou menos frio, não há meteorologia que nos trave!

Ir para a rua é sentido obrigatório e não vale dar boleia à pressa.

No domingo, deixamos que a preguiça acorde com o cheiro a café e torradas acabadas de fazer e lá vamos nós de novo até onde o gps interno nos quiser levar.

A maninha não aparece nas nossas fotografias, porque foi para o Chiado com a avó. Uma outra espécie de arte 🙂 A arte dos saldos!

 

À nossa maneira desenhamos este natal.

Abrimos as portas da nossa casa e estendemos a melhor toalha comprida.

Lado a lado sentamos os nossos pais e avós e entre candelabros, velas e enfeites, espalhamos a gratidão.

Perfumamos a sala com sonhos e canela e entre olhares cúmplices juramos ficar juntos por todos os Natais da vida.

 

 

Cheira a Natal a nossa casa

A frase mais ouvida cá em casa na ultima semana! “Quando é que fazemos a nossa árvore de Natal?”

A alegria delas em relação ao pinheiro bombeiro foi proporcional à curiosidade em saber o que lhe iria acontecer na devolução.

Ontem depois de assistir a esta curta-metragem do Frozen, falamos sobre os costumes que temos nesta quadra e reparamos que há alguns rituais que se repetem e outros novos  vão nascendo na liberdade de cada um.

Vamos pedir muito ao Pai Natal que este projecto volte todos os anos para que possa passar a fazer parte da nossa lista de tradições de Natal!

 

Aldeia da Mata Pequena

Uma aldeia turística reconstruída entre os montes e os vales da região saloia. À entrada as amoras adivinham o final de uma sobremesa gelada, as mãos enchem-se de frutos silvestres e todas as ruas me conduzem a memorias de infância, com os meus avós.

Um lugar encantador que convida a uma estadia sem pressa.

Mais sobre esta aldeia linda, aqui.

 

 

 

 

Educar para a felicidade

«Não me interessa que sejam nada mas felizes. Educo-os para a felicidade. Educo-lhes o coração para a bondade, porque sei que quem é bondoso é feliz. Quero que aprendam a refugiar-se nas horas felizes quando passarem pelas infelicidades da vida. Quero que vejam a luz brilhante quando tudo e todos lhes disserem que é noite cerrada. Não me faz diferença se querem ser médicos ou engomadores, domadores de leões ou engenheiros civis. Não me interessa se querem pôr um piercing na sobrancelha (depois dos 18 anos!), ou serem veganos. Interessa-me que sejam felizes com as suas escolhas, e que as façam por si mesmos, seguros de si mesmos. Que assumam as suas escolhas e que saibam viver com as consequências das mesmas. Não os preparo para a perfeição- não acredito nela- preparo-os para serem o melhor que conseguirem ser. Preparo-os para acreditarem no amor e naquilo que ele consegue fazer. Preparo-os para acreditarem no bem que existe em cada um de nós. Se eles acreditarem nesse bem, vão concerteza querer cultivá-lo por onde passarem.»

Palavras de Pais com P Grande