O Amor-Para-Sempre é tão real, como ser feliz-faz-de-conta.
Os livros de auto ajuda, na procura do AMOR-DE-VERDADE, multiplicam-se como o número de infelizes que apontam o dedo a quem bate a porta ou vira a mesa.
A zona de conforto é absolutamente mais confortável.
A coragem para dizer o “sim” ao AMOR-Para-Sempre é a mesma que tens que ter para viveres no desamor de todos os dias [ate-que-a-morte-nos-separe-ámen].
Tanto se escreve sobre isso e tanto se complica sobre o mesmo. Não há mais sorte, há o resultado das escolhas feitas de dentro para fora.
As desculpas que te dás a ti próprio são muros que constróis à tua volta e ninguém merece viver na sombra do muro ou no escuro das portas fechadas. Muito menos os teus filhos!





