Como as andorinhas, também nós migramos, atravessamos pontes e rios.
Uns dias percorremos mais caminho, outros menos, mas chegámos!
De mão dada, voámos em bando. Construímos ninho em beireis improvisados com a mesma energia e amor que hoje enfeitamos a casa nova.
Estas fotografias foram tiradas antes da mudança de casa. Esta simplicidade com que vivemos os dias, com frio ou sol, com menos ou com mais, num T zero ou num t4 é a prova que podemos “migrar” sempre à procura de melhor, mas onde tiver a família é será sempre o nosso lar.































